sábado, 1 de junho de 2013

Filhos .... Sim, quero tê-los!



Uma recente publicação numa  revista conceituada no Brasil tem por matéria principal , uma ilustração na capa com a seguinte afirmação: “Proibida a Cegonha”, e como destaque em está no texto: “Grupo de brasileiras que diz não a maternidade encabeça uma revolução de costumes que já começa a mudar a cara do Brasil e do mundo ”. 

Quando me deparo com tal realidade , penso ser lamentável que seja esta  a mulher paradigma dos tempos atuais, a  atual sociedade está aplaudindo  as mulheres que optam por "tal esterilidade" , dizendo ser mulheres antenadas porque fizeram boas escolhas, pois optaram pelo doutorado, pelas viagens, pelo sucesso no cargo, por poder oferecer todo o supérfluo ao seu filho único apenas pelo egoísmo do prazer de ser mãe, ou até pior, trocar  sua maternidade dom de Deus por "filhos de quatro patas".

Curioso é saber que o Papa Francisco, no início desta semana fez um importante alerta para os casais, dizendo:  “a cultura do bem-estar, que nos anestesia, nos deixa preguiçosos, egoístas e pouco corajosos, induzindo-nos a argumentações como: Não, não, mais do que um filho não, porque não poderíamos tirar férias, não poderíamos ir a tal lugar, não poderíamos comprar a casa’’.


Quando o Papa Paulo VI escreveu a Encíclica "Humanae Vitae" , parecia conhecer a realidade social que viria acarretar a os tempos atuais quando se refere a transmissão da vida:

"O gravíssimo dever de transmitir a vida humana, pelo qual os esposos são os colaboradores livres e responsáveis de Deus Criador, foi sempre para eles fonte de grandes alegrias, se bem que, algumas vezes, acompanhadas de não poucas dificuldades e angústias.

Em todos os tempos o cumprimento deste dever pôs à consciência dos cônjuges sérios problemas; mas, mais recentemente, com o desenvolver-se da sociedade, produziram-se modificações tais, que fazem aparecer questões novas que a Igreja não podia ignorar, tratando-se de matéria que tão de perto diz respeito à vida e à felicidade dos homens." (H.V 1.)

Muito mais que seguirmos exemplos falidos de famílias modernas devemos  nos perceber dentro de uma necessidade comportamental , tomando por atitudes as ideologias cristãs de vida e educação , gerando uma sociedade livre de conceitos individualistas mas coberta por conhecimentos de igreja doméstica...


 Mulheres e homens, somos chamados a ser co-criadores de Deus pela dádiva da fecundidade não sejamos omissos diante desta realidade medíocre.

 Veja  Edição 2323. Editora Abril – 29 de maio de 2013


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