Uma recente publicação numa revista conceituada no Brasil tem por matéria principal , uma ilustração na capa com a seguinte afirmação: “Proibida a Cegonha”, e como destaque em está no texto: “Grupo de brasileiras que diz não a maternidade encabeça
uma revolução de costumes que já começa a mudar a cara do Brasil e do mundo
”.
Quando me deparo com tal realidade , penso ser lamentável que seja esta a mulher paradigma dos tempos atuais, a atual sociedade está aplaudindo as mulheres que optam por "tal esterilidade" , dizendo ser mulheres antenadas porque fizeram boas escolhas, pois optaram pelo doutorado, pelas viagens, pelo sucesso no cargo, por poder oferecer todo o supérfluo ao seu filho único apenas pelo egoísmo do prazer de ser mãe, ou até pior, trocar sua maternidade dom de Deus por "filhos de quatro patas".
Curioso é saber que o Papa Francisco, no início desta semana fez um importante
alerta para os casais, dizendo: “a cultura do bem-estar, que nos
anestesia, nos deixa preguiçosos, egoístas e pouco corajosos, induzindo-nos a
argumentações como: Não, não, mais do que um filho não, porque não poderíamos
tirar férias, não poderíamos ir a tal lugar, não poderíamos comprar a casa’’.
Quando o Papa Paulo VI escreveu a Encíclica "Humanae Vitae" , parecia conhecer a realidade social que viria acarretar a os tempos atuais quando se refere a transmissão da vida:
"O gravíssimo dever de transmitir a vida humana,
pelo qual os esposos são os colaboradores livres e responsáveis de Deus
Criador, foi sempre para eles fonte de grandes alegrias, se bem que, algumas
vezes, acompanhadas de não poucas dificuldades e angústias.
Em todos os tempos o cumprimento deste dever pôs à
consciência dos cônjuges sérios problemas; mas, mais recentemente, com o
desenvolver-se da sociedade, produziram-se modificações tais, que fazem
aparecer questões novas que a Igreja não podia ignorar, tratando-se de matéria
que tão de perto diz respeito à vida e à felicidade dos homens." (H.V 1.)
Muito mais que seguirmos exemplos falidos de famílias modernas devemos nos perceber dentro de uma necessidade comportamental , tomando por atitudes as ideologias cristãs de vida e educação , gerando uma sociedade livre de conceitos individualistas mas coberta por conhecimentos de igreja doméstica...
Mulheres e homens, somos chamados a ser co-criadores de Deus pela dádiva da fecundidade não sejamos omissos diante desta realidade medíocre.
Veja Edição 2323. Editora Abril – 29 de maio de 2013
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